quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Coimbra no DPF

Eduardo Cardoso, o novo Ministro da Justiça, confirma que Leandro Coimbra, o atual Superintendente de São Paulo, será o novo Diretor Geral do Departamento de Policia Federal.

O atual Diretor Geral do DPF, Luiz Fernando, será o Coordenador Geral das Ações de Segurança da Copa do Mundo e das Olimpíadas. 
 

Ele já fez isso, e bem, quando dos Jogos Pan Americanos, no Rio de Janeiro, quando foi Secretário Nacional de Segurança.

A Secretaria Nacional de Segurança será dirigida por Regina Miki, atual Secretária Geral do Conselho Nacional de Segurança.

Luiz Paulo, que passou a Ministro desde a saída de Tarso Genro, volta a ser o Secretario Geral do Ministério.

Pedro Abromovay não ficará na Secretaria de Assuntos Legislativos e nem aceitará ser Secretario Geral do Ministério da Ciência e Tecnologia porque prefere retornar às atividades acadêmicas, agora na Fundação Getulio Vargas.

Cardoso disse que a escolha do novo Diretor Geral da Policia Federal foi difícil porque a Policia Federal dispõe hoje dos melhores e grandes quadros profissionais altamente qualificados do serviço publico.

Leandro Coimbra, o novo Diretor Geral da Policia Federal, tem 44 anos de idade e é Policial Federal desde 1995. Já foi Chefe da Divisão de Repressão a Crimes Fazendários, Coordenador-Geral de Polícia Fazendária e desde 2007 é Superintendente em São Paulo. 


sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Morre Quércia

Orestes Quércia morreu esta manhã em São Paulo, Capital, no Hospital Sírio Libanês, onde estava internado há seis dias.

Aos 72 anos de idade, Quércia vinha lutando contra um câncer de próstata que há alguns anos havia sumido e que de repente voltou neste semestre lhe interrompendo a campanha para Senador.

Lúcido, renunciou à candidatura declarando apoio a Aloísio Nunes Ferreira, que ao final se elegeu, sendo o mais votado. E passou a cuidar só da sua saúde.

Diz-se que as qualidades de uma pessoa pública só lhe são ressaltadas depois que ela morre.

É o caso de Quércia.


Combatido a vida inteira por causa do patrimônio pessoal que amealhou como homem de negócios, Quércia agora é lembrado como um dos mais importantes resistentes ao regime militar e como excelente administrador ao tempo em que governou São Paulo.

Começou como jornalista, Vereador em Campinas, Deputado Estadual, Prefeito de Campinas e ainda jovem, na casa dos 40, se elegeu Senador em confronto aberto com o regime militar pregando como plataforma a revogação de todos os atos institucionais, as eleições diretas e a convocação de uma Assembléia Nacional Constituinte.

Foi Vice Governador de Franco Montoro e em seguida Governador, sempre no MDB o qual depois passou a ser o PMDB. Deixou o Governo para candidatar-se a Presidente da República, no ano do Plano Real, perdendo feio para Fernando Henrique, ficando muito atrás de Lula.

Quércia divergia abertamente da direção do PMDB sustentando que o partido não deveria ficar a reboque do Presidente da Republica. Defendia que o PMDB deveria ter identidade própria para crescer nacionalmente e ter candidato a Presidente da Republica.

Seu corpo será velado no Palácio dos Bandeirantes, sede do Poder Executivo estadual. Deixa viúva a médica Alaíde e duas filhas.

Ser e Ter

Não vem ao caso lembrar as circunstancias dos começos, quase todos muito difíceis, até porque não é o acaso o grande feitor das coisas.

Como tudo na vida, as coisas se fazem com começo, meio e fim. As coisas boas têm fim, as coisas ruins têm fim. A vida, enfim, com tudo de bom e de ruim, tem fim.

Só o amor, porque vem antes da vida e transcende à vida, não acaba, não pode ter fim.

Muita gente, muita gente mesmo, padece de uma dificuldade em compreender que esse espaço de tempo entre uma coisa e outra, um dia acaba.

Quantos não estão agora nestas vésperas se lembrando do quanto foram mimados em incontáveis votos de boas festas, votos sólidos, alguns robustos, muitos engarrafados, todos parecendo se destinar apenas à urna da amizade imorredoura na cabine indevassável de um inoxidável afeto.

Só os tolos, aqueles que logo se embriagam no primeiro gole do poder, podem acreditar que os mimos todos com que são cercados antes das festas, durante as festas e depois das festas, mas só enquanto estiverem em seu naco de poder, são mesmo por causa deles, da inteligência deles, da beleza deles, das qualidades deles.

Estar no poder, há quem acredite, faz até a feiosa parecer bonita, o baixinho pançudo parecer elegante, o chato pedante parecer filosofo, o idiota incapaz capaz de tudo, o truculento verbal parecer diplomata, o velho meliante parecer uma vestal, o poder, enfim, definia Kissinger, é até afrodisíaco.

Estar por um longo tempo no poder esquecendo-se todo o dia de se lembrar que um dia haverá a véspera do dia seguinte é se imaginar capaz de parar o sol a qualquer momento da sua trajetória diária em suas alvoradas e crepúsculos.

Não se preparar com muita antecedência para o desembarque do dia seguinte, preparação essa que, aliás, deve começar desde o primeiro dia de exercício do poder, é se achar o imortal poeta de tudo quanto é marimbondo e, assim, não se achar o mais tolo dentre todos os tolos encontráveis até mesmo nos Evangelhos do Velho Testamento.

Não agir como um tolo é saber distinguir-se entre a pessoa que você sempre foi se esforçando todo dia para ser uma pessoa melhor e a pessoa no poder que você de fato não é porque exercendo o poder você é não é mais que um dos encarregados de mover com a força da autoridade que lhe deram as engrenagens para as coisas acontecerem.

Dependendo de como você exerce a sua autoridade, as coisas podem acontecer em resultados bons, ruins ou maus, sobrando, assim, para todo mundo.

Então os mimos com que cercam a pessoa investida no poder da autoridade, e até mesmo os seus parentes e amigos também são cercados, nada disso tem a ver com as pessoas no que elas são desde o antes e no que elas voltarão a ser completamente a partir da véspera do depois.

Por isso, o bom é quando depois de tanto tempo fora do poder a presença que se registra continua sendo aquela dos velhos amigos, os mesmos de muito antes e também dos poucos que no enquanto surgiram e que souberam manter-se no durante, todos eles para todo o sempre.

O problema é que muitos no poder ainda confundem o ser com o ter. Acabam misturando a essência do que são ou poderão ser como pessoa com as fuligens do poder que imaginam ser coisas suas, pessoais, e não são.

Olha, gente, isso tudo é tão passageiro. Algumas vezes até demora, mas um dia passa. E acaba.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Esquisito

Os partidos políticos que se apresentaram em oposição ao grupo dominante no Maranhão precisam se acertar em estratégias tendo em vista as eleições futuras e, tendo em vista, sobretudo, e acima de tudo, o futuro do Povo do Maranhão.

Soa esquisito que a mais contundente e, em tese, a mais promissora representação pedindo à Justiça Eleitoral a anulação do diploma da Senhora Roseana Sarney Murad por condutas vedadas, por abuso de poder político e por abuso de poder econômico nas ultimas eleições, não tenha sido apresentada por nenhum, mas nenhum mesmo, desses partidos políticos ostensivamente situados na oposição.

O pedido para anular o Diploma da atual Governadora invoca os mesmos argumentos legais e jurisprudência que serviram à época para a coligação da Senhora Roseana obter do TSE a anulação do diploma do então Governador Jackson Lago.

Se o TSE não renegar o precedente fixado com a cassação do Jackson, tirar a Senhora Roseana do cargo será uma questão de tempo. A petição inicial da atual temporada está robusta em argumentos e provas.

A esquisitice está em que a representação é de autoria individual, no caso apenas o Engenheiro Jose Reinaldo Tavares, e não da coligação pela qual ele concorreu às eleições para o Senado, no caso o PSB, o PC do B e o PPS, coligação esta que tendo concorrido também para o cargo de Governador e Vice mais legitimada, ainda mais legitimada, estaria para a postulação.

Oportuno lembrar que o Engenheiro Jose Reinaldo Tavares não é apenas um filiado ao PSB, mas seu principal cacique.

Nas questões de direito eleitoral, especialmente no TSE, há sempre alguém chegado a uma polêmica. E essa questão da legitimidade da parte, do interesse direto para agir, não obstante a incipiente jurisprudência favorável, pode dar em imbróglio ou em gastança de tempo. Na conclusão, em nada.

Resta lembrar que as coisas são as coisas, os fatos são os fatos, as atitudes são as atitudes. Não existem meias coisas, nem meios fatos, nem meias atitudes. Tudo ou é ou não é. Assim também ou temos partidos de oposição ou não temos partidos de oposição?


Cadeiras Vazias

Vazios não estão ultimamente apenas os bancos das praças, em especial à noite, ainda que se imponha o luar.

Arriscar uma trégua num banco de praça ou desses bancos que se espalham pelo cais da beira-mar é como querer pagar em parcelas uma divida de cartão de crédito. 

Ou seja, num caso ou no outro você pode acabar assaltado.

Estamos vendo agora que os vazios se impõem com mais estridência nas cadeiras reservadas a grandes personalidades como os recentes ganhadores do Premio Nobel da Paz e do Premio Shakarov à Liberdade de Pensamento.

A Fundação Nobel como vocês sabem não tem maracutaia de dinheiro público, não. O dinheiro dos prêmios vem dos lucros obtidos pela administração da fortuna deixada por Alfred Nobel, o inventor da dinamite.

E assim, anualmente, são premiados os que mais se destacam na pesquisa cientifica, na literatura e nas lutas pela Paz no mundo.

O velho Nobel teria se sentido tão culpado pela invenção de uma coisa que acabou se prestando para tanta destruição que aí, querendo purgar-se, inscreveu no seu legado um premio de boa grana a quem mais se destacasse não só nas áreas da ciência, da literatura, da economia, mas também na luta pela Paz.

Volta e meia o Nobel da Paz se direciona a alguém quase anônimo, envolto em guerra quase particular, algumas vezes solitária, mas guerra séria por princípios sem os quais a civilização empaca, as certezas de liberdades democráticas se diluem e perecem.

Agora, outra vez, o Nobel da Paz chama a atenção do mundo para um dissidente político, no caso o chinês Liu Xiaobo, condenado e cumprindo pena de reclusão na China por não concordar com os conteúdos da ideologia e maneiras do Estado predominantes em seu País.

Daí que na solenidade de entrega do Nobel da Paz o premio foi colocado sobre uma cadeira vazia.

Não foi novidade porque anos atrás semelhante entrega de premio ocorreu com Andrei Shakarov, um dissidente do então comunismo soviético, cujo Governo não lhe permitiu sair do País para receber pessoalmente a homenagem.

Ontem, em Bruxelas, outra cadeira vazia chamou a atenção do mundo agora em censuras ao regime político de Cuba, o qual também não permitiu que Guilhermo Farinãs saísse de Havana para receber o premio Andrei Shakarov à Liberdade de Pensamento, resultado de uma vaquinha entre ativistas dos direitos humanos na  União Europeia.

Farinãs é aquele escritor que escapou da morte ao denunciar numa longa greve de fome que em Cuba ainda há muitos prisioneiros políticos.

Cadeiras vazias que, no Brasil de atualmente, são doirados sonhos de assunção entre a maioria dos políticos em Brasília e alhures, no resto do mundo se afirmam cada vez mais como símbolos de protestos eficazes e de denuncias estridentes dos mal feitos dos poderosos.

Cabe aqui lembrar o Chico naquela canção, - "é sempre bom lembrar que um copo vazio / está cheia de ar..."


 

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

STF ou AGU

A confirmação de Luiz Inácio Adams como Ministro da Advocacia Geral da União – a AGU encerra agora as especulações de que o Flávio iria para esse lugar, mas não o elimina no novo cenário sendo agora visto como o nome do PC do B para a 11ª vaga do Supremo Tribunal Federal.

A indicação atende ao PMDB que, embora ainda não tenha desistido do César para a vaga do Eros, prefere ver o Flávio fora das disputas eleitorais do Maranhão.

Agora mesmo, a ser julgada procedente a ação de anulação de diploma que já corre na justiça eleitoral contra a atual Governadora do Maranhão, e se mantido o precedente aplicado quando da cassação do Jackson, será o Flávio o Governador a ser diplomado para o restante do mandato.

A Lealdade de Juca

Ao renegar a candidatura de Marina, do seu partido, o PV, optando por Dilma, o Juca deu um tempo licenciando-se da sua filiação para seguir compondo a base aliada.

Sua aposta deu certo, Marina perdeu, Dilma foi eleita e ele continua Ministro. Mas só até o dia 1º de janeiro.

A escritora Ana de Holanda foi anunciada agora a pouco como a nova Ministra da Cultura. Não contou o fato de ser irmã de Chico Buarque, não. Ana é ela mesma. Sempre foi Ana de Holanda.

Facilitou

Ao agradecer o convite, mas dizendo que não aceita ser Ministro de nada, porque não pretende mesmo integrar a equipe de Dilma, Ciro facilitou as coisas não só para a futura Presidente.

Facilitou também, e principalmente, para Eduardo que, ainda na campanha, se comprometeu com Fernando Bezerra Coelho para Ministro da Integração Regional na cota do PSB.

Embora Ciro tivesse dito claramente, logo após a eleição de Dilma, que pretendia dar um tempo a si mesmo e, assim, não ocupar nenhum cargo público, viajando em seguida para o exterior, seu nome começou a aparecer com alguma insistência nas especulações para a formação do Ministério.

Chegaram a dizer que Ciro queria o Ministério da Saúde ou, no mínimo, o Ministério dos Portos e Aeroportos, que ainda está por ser criado.

Corre que Dilma fazia questão de ter Ciro no Ministério, mas o PSB, o seu partido que lhe fritara a candidatura ao Planalto, foi quem reagiu. Se a Presidente eleita quisesse mesmo, que o nomeasse, mas em sua cota pessoal.

Isso deu tanto puxa encolhe que agora, com esse recado curto e direto do Ciro mandando dizer que está definitivamente fora, quem está se sentindo aliviada mesmo é a Dilma, a qual assim pode seguir tranquila em suas tratativas para compor o seu Ministério.

Cá Como Lá

A obesidade essa doença que balança com os orçamentos da saúde publica nos Estados Unidos e que, por enquanto, por aqui só pesa na balança vai virar epidemia no Brasil, dentro de 20 anos, no máximo, se não houver uma cruzada de conscientização das pessoas, preferencialmente as mais jovens.

É que a cada dia estamos incorporando em nossas dietas hábitos alimentares horríveis e maneiras de viver supressoras da alegria de viver.

Por exemplo, comem-se muito essas comidas rápidas de lanchonetes e de carrinhos de cachorro quente e se a comida é em casa então não há cuidados com excessos de calorias, carnes gordurosas, frituras, excessos de açúcar, de sal, de carboidratos.

Exercícios físicos então nem pensar. E aí a tal de vida sedentária vai tomando conta do resto. Doença como o diabete, por exemplo, cresceu 10 por cento no Brasil, nos últimos 11 anos.

Conta Mais, Conta!

Aumenta a curiosidade em torno das revelações que o WikLeaks, o saite de vazamentos, vem fazendo sobre as conversas entre diplomatas norte-americanos e notáveis brasileiros.

Sobre o Dirceu, por exemplo, a fuxicada não termina. Agora saiu uma conversa dele dizendo, no auge da crise do mensalão, que duvidava da recuperação da popularidade de Lula e que se ele, Lula, caísse em depressão decerto que não seria candidato à reeleição.

Dirceu preparava-se para ser o candidato a Presidente.

Para Jimmy Carter, ex Presidente dos Estados Unidos, esses vazamentos do WikLeaks não tem grande importância. Mas servem como lição.

- Os diplomatas agora terão mais cuidado com a linguagem e talvez líderes não queiram compartilhar o que pensam com o Departamento de Estado. Haverá mais cautela, mas não causou nenhum dano permanente.

De Novo Outra Vez

Lula não descarta se candidatar à sucessão de Dilma em 2014. É o que está hoje em quase todos os jornais.

Ele deu entrevista ao Kennedy Alencar, da RêdeTV!, e dentre outras coisas, disse:

- A gente nunca pode dizer não. Eu fico até com medo, amanhã alguém vai assistir à tua entrevista, e dizer que Lula diz que pode ser candidato. Eu não posso dizer que não porque eu sou vivo, sou presidente de honra de um partido, sou um político nato, construí uma relação política extraordinária.

- Vamos trabalhar para a Dilma fazer um bom governo e quando chegar a hora a gente vê o que vai acontecer.

- Vou descansar. Tirar umas férias que não tiro há 30 anos. Uns dois meses num lugar onde eu não tenha que fazer nada, discutir política, fazer absolutamente nada.

- Normal eu nunca mais vou ser, mas um brasileiro o mais próximo da normalidade possível. Vou conseguir.

- Vai ser bom para o Brasil, vai ser bom para a Dilma, vai ser bom para todo mundo se eu ensinar como um ex-presidente tem que se portar.

- Quero tirar tudo da Presidência de dentro de mim. Preciso voltar a ser o Lula. Voltar a ser um cidadão mais próximo da normalidade possível. Se eu deixo a Presidência no dia 1º e no dia 2 começo a dar palpite na política, vou estar tendo ingerência em coisa que eu não devo.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Todo Ano

Ao fim de todo ano, ultimamente, tem sido sempre assim.

Caos nos aeroportos, vôos atrasados, aviões lotados, congestionamento nas proximidades das estações de passageiros, enfim um stress interminável.

Nas estradas também, um horror – buracos, curvas mortais, assaltos. E como em muitos casos uma passagem de ônibus está quase pelo preço de uma passagem de avião, quem é que vai se aventurar a viajar de ônibus?

Para completar, a notícia de uma greve geral dos aeroviários exatamente no dia 23 de dezembro. Que tal?

O Afeto Que Se Encerra

Namoro é relação intima de afeto e, assim, o que entre namorados não transcorrer afetuosamente pode resvalar para o território da grosseria onde a violência verbal ou física estraga a festa.

Essa é a doutrina inspiradora para enquadrar na Lei nº 11.340/66, também conhecida como Lei Maria da Penha, o cara que não se comportar sempre respeitosamente e sempre carinhosamente com a sua namorada.

Faz sentido porque eu mesmo, quando Juiz, julguei processos de agressões físicas, as mais covardes, de rapazes contra suas namoradas. Muitos por ciúmes doentios, outros porque já nasceram canalhas mesmo.

Não se sabe bem por que essa tendência de muitas mulheres bonitas, bem educadas e independentes por homens mal educados, grosseiros e babacas. 


Fugitivos

Algo em torno de 50 bilhões de dólares saiu do Brasil nos últimos anos driblando as vigilâncias da Lei para os esconderijos das contas secretas nos paraísos fiscais, na Suíça e até na China.

Viceja agora a idéia de trazer esse dinheiro de volta sem embaraços, numa boa.

Seria uma espécie de anistia como se fez com os exilados políticos que retornaram ao Brasil sob o pálio de uma lei do esquecimento.

Os donos da grana declarariam quanto mandaram ilegalmente lá pra fora e então seriam autorizados a trazê-lo de volta destinando-o obrigatoriamente a investimentos em infra-estrutura, habitação, agro negócio ou ciência e tecnologia.

Como tudo no Brasil a esta altura do calendário está ficando para o ano que vem, preferencialmente para depois do carnaval, ficou também para a próxima legislatura a discussão e votação do projeto pelo qual poderá voltar às nossas fronteiras e de forma limpa a grana fugitiva.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Hora da Cautela

Suínos, porcos e porcas, cuidem-se.

A vossa carne se valoriza no mercado na medida em que a carne dos bovinos, novilhos e garrotes, vacas também, sobe de preço mundo afora.

Leitão de leite, pururuca assado no forno, pernil, costelinha, lombinho, bisteca, bacon, torresmo, lingüiça e salame, isso vai ter lugar de honra nas mesas deste fim de ano.

Como diria o Senador Mão Santa, - porcos e porcas, acautelai-vos!